









TURISMO
MACAU: LUSOFONIA NA CHINA
Muito se sabe através do estudo da história sobre como foi intensa a colonização portuguesa em países da América, África e Ásia a partir do século XVI. Apesar da forte exploração e de todos os consequentes malefícios culturais e econômicos, esta, assim como qualquer outra forma de intercâmbio cultural, sempre trazem também riqueza e crescimento para todos os envolvidos. É o que se pode observar visitando este pequeno território chamado Macau, situado na China mas hoje, independente do país. Além do aprendizado e incorporação em vários aspectos do cotidiano de uma nova língua (o português ainda é considerado um dos idiomas oficiais), também é possível encontrar muitos legítimos chineses estudando e falando em português, além das grandes comunidades de descendentes de portugueses, africanos e, como não poderia faltar, brasileiros, sendo um dos principais eventos culturais anuais a Festa da Lusofonia, uma espécie de feira onde todos os países de língua portuguesa se reúnem e expõem sua cultura (música, artesanato, comida, moda,...).
Desse modo, Macau pode ser considerado um Estado extremamente pequeno em extensão mas, surpreendentemente desenvolvido cultural e economicamente. Lá é totalmente comum encontrar/conviver com pessoas das mais variadas nacionalidades como, por exemplo: franceses, ingleses, finlandeses, espanhóis, colombianos, mexicanos, norte-americanos, etc. Isto devido, sobretudo, ao fortíssimo e continuamente em expansão mercado de super hotéis-cassinos, fazendo com que a demanda por mão-de-obra especializada não pare de crescer e atrair, cada vez mais, investimentos e pessoas. Vale lembrar que todo este atual contexto de prosperidade tem como base ótimas escolas e incentivo à formação técnica.
Fica aqui então uma dica imperdível para quem pretende viajar para o "outro lado do mundo" e por isso ainda tem algum receio: Macau, assim como qualquer lugar do mundo tem seus problemas mas é, certamente, sinônimo de diversão, segurança, cultura e confraternização com nossos "irmãos" de idioma.

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